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quinta-feira, 28 de abril de 2011

O MUNDO DOS SENTIMENTOS

VAMOS CONHECER UM POUCO MAIS SOBRE ALGUNS SENTIMENTOS


Sentimentos, de forma genérica, são informações que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam. Por exemplo, medo é uma informação de que há risco, ameaça ou perigo direto para o próprio ser ou para interesses correlatos.
A empatia é informação sobre os sentimentos dos outros. Esta informação não resulta necessariamente na mesma reação entre os receptores, mas varia, dependendo da competência em lidar com a situação, e como isso se relaciona com experiências passadas e outros fatores.
O sistema límbico é a parte do cérebro que processa os sentimentos e emoções. A medicina, biologia, filosofia e a psicologia estudam o sentimento humano.(fonte, Wikipedia)

 

“DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO”

1 – A CALMA Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

2 – A DIGNIDADE Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

3 – A HABILIDADE Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.

4 – A SOLIDARIEDADE As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.

5 – A ORDEM Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.

6 – O SACRIFÍCIO Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?

7 – A TERNURA Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

8 – A DISCIPLINA Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

9 – A HONESTIDADE Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas. Apenas calmas reportagens dos fatos.

10 – A CONSCIÊNCIA Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.


AMOR


O AMOR é a base para atitudes positivas no enfrentamento dos problemas. Amor por nós mesmos, amor pelas outras formas de vida amor por Deus e amor pelo planeta. Toda transformação positiva precisa do amor para se tornar real.


Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor a Deus, amor a vida. É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol). (fonte, wikipédia)


A vida me ensinou....


A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;


Sorrir às pessoas que não gostam de mim, para mostra las que sou diferente do que elas pensam;

Fazer de conta que tudo esta bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;

Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.

Afinal eu posso ser sempre melhor.

A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que eu mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.

A ser forte quando os que amo estão com problemas;

Se carinhoso com todos que precisam do meu carinho;

Ouvir a todos que só precisam desabafar;

Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;

Perdoar incondicionalmente, pois ja precisei desse perdão;

Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;

A alegrar a quem precisa;

A pedir perdão;

A sonhar acordado;

A acordar para realidade (Sempre que fosse necessário);

A aproveitar cada instante de felicidade;

A chorar de saudade sem vergonha de demostrar;

Me ensinar a ter olhos para "ver e ouvir estrelas, embora nem sempre consigo entendê-las";

A ver o encanto do pôr do sol;

A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para felicidade do meu ser;

A abrir minhas janelas para o amor;

A não temer o futuro;

Me ensinou e esta me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usa-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.

Charles Chaplin



AMOR A EU MESMO

“Uma pessoa é tão bonita quanto permite mostrar a própria beleza ao mundo”, explica o cirurgião plástico Rolando Zani, autor do  livro Não Tenha Vergonha de Ser Bonita (ed. Gente).



Meu novo mantra;

Eu me amo,
Eu me amo,

Eu me amo,
Eu me amo,
Eu me amo,
Eu me amo,
Eu me amo,
Eu me amo,

Eu não posso viver sem mim !


AMOR AOS OUTROS


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AMOR A NATUREZA




Lembra dos Flinstones? Veja o que os índios da Amazônia estão adotando como meio de transporte. As vantagens do meio de locomoção é não poluir o meio ambiente, pois não utiliza combustível. Uma desvantagem é poder ser utilizado somente descendo a ladeira (risos). Vale a pena conferir!

AMOR AO TRANSCENDENTE


O evangelista João na sua primeira Carta nos surpreende com a afirmação: “amamos porque Deus nos amou primeiro” (I Jo 4,19).


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DIA DAS MÃES

DIA 08 DE MAIO DE 2011
DIA DAS MÃES

segunda-feira, 18 de abril de 2011

VIAGEM DE ESTUDOS - SÃO FRANCISCO DO SUL - 4°,5° ANOS E 6ª SÉRIE - 20 DE SETEMBRO DE 2011

MUSEU NACIONAL DO MAR - VISTA PARCIAL

PÁSCOA ENSINO MÉDIO

CELEBRAÇÃO DE PÁSCOA COM TEATROS

DIA 20 DE ABRIL DE 2011

1 - CAMPANHA DA FRATERNIDADE - 3º ANO 2

2 - TECNOLOGIA E VIDA NA TERRA - 1º ANO 1

3 - AS DIFERENTES FORMAS DE COMEMORAR A PÁSCOA - 3º ANO 1

4 - A PÁSCOA ATUAL - 1º ANO 2

5 - MORTE E RESSURREIÇÃO DE CRISTO 2º ANO

PÁSCOA ENSINO FUNDAMENTAL - SÉRIES FINAIS

LINHA DO TEMPO. DA PRÉ - HISTÓRIA A ARTE MODERNA

PRÉ-HISTÓRIA



Pré-história corresponde ao período da história que antecede a invenção da escrita (evento que marca o começo dos tempos históricos registrados), que ocorreu aproximadamente em 4000 a.C.. Período histórico que antecede o aparecimento da escrita e do uso dos metais, e que é reconstituído e estudado por meio da antropologia, da arqueologia, da paleontologia. Também pode ser contextualizada para um determinado povo ou nação como o período da história desse povo ou nação sobre o qual não haja documentos escritos.










ARTE RUPESTRE




Estudaremos os três períodos dentro da pré - historia.

Paleolítico (pedra antiga), também conhecido como Idade da Pedra Lascada, refere-se ao período pré-histórico que vai de cerca de 2,5 milhões a.C., quando os ancestrais do homem começaram a produzir os primeiros artefatos em pedra lascada, até cerca de 10000 a.C.


O Mesolítico.

Neste período intermediário, o homem conseguiu dar grandes passos rumo ao desenvolvimento e à sobrevivência de forma mais segura. O domínio do fogo foi o maior exemplo disto. Com o fogo, o ser humano pôde espantar os animais, cozinhar a carne e outros alimentos, iluminar sua habitação além de conseguir calor nos momentos de frio intenso. Outros dois grandes avanços foram o desenvolvimento daagricultura e a domesticação dos animais. Cultivando a terra e criando animais, o homem conseguiu diminuir sua dependência com relação a natureza. Com esses avanços, foi possível a sedentarização, pois a habitação fixa tornou-se uma necessidade.
Neste período ocorreu também a divisão do trabalho por sexo dentro das comunidades. Enquanto o homem ficou responsável pela proteção e sustento das famílias, a mulher ficou encarregada de criar os filhos e cuidar da habitação.

O Neolítico
As primeiras aldeias são criadas próximas a rios, de modo a usufruir da terra fértil (onde eram colocadas sementes para plantio) e água para homens e animais. Também nesse período começa a domesticação de animais (cabraboicão,dromedário, etc). O trabalho passa a ser dividido entre homens e mulheres, os homens cuidam da segurança, caça e pesca, enquanto as mulheres plantam, colhem e educam os filhos. A disponibilidade de alimento permite também às populações um aumento do tempo de lazer e a necessidade de armazenar os alimentos e as sementes para cultivo leva à criação de peças de cerâmica, que vão gradualmente ganhando fins decorativos.
Surge também o comércio, o dinheiro, que facilita a troca de materiais, e que era, na época, representado por sementes. Estas sementes, diferenciadas umas das outras, representam cada tipo, cada valor. Uma aldeia, ao produzir mais do que o necessário e, para não perder grande parte da produção que não iria ser utilizada, troca o excesso por peças de artesanato, roupas e outras utensílios com outras aldeias.
Neste momento deixam de usar peles de animais como vestimenta, que dificultam a caça e muitas outras atividades pelo seu peso, e passam a usar roupas de tecido de linho e algodão, mais confortáveis e leves.
Essas mudanças de comportamento foram consideradas tão importantes que o arqueólogo Gordon Childe designou este momento de Revolução Neolítica, ouRevolução agrária, fator decisivo para a sobrevivência dos povos nesse período.




MESOPOTÂMIA


Introdução 
A palavra mesopotâmia tem origem grega e significa " terra entre rios". Essa região localiza-se entre os rios Tigre e Eufrates no Oriente Médio, onde atualmente é o Iraque. Esta civilização é considerada uma das mais antigas da história.
Vários povos antigos habitaram essa região entre os séculos V e I a.C. Entre estes povos, podemos destacar : babilônicos, assírios, sumérios, caldeus, amoritas e acádios. Vale dizer que os povos da antiguidade buscavam regiões férteis, próximas a rios, para desenvolverem suas comunidades. Dentro desta perspectiva, a região da mesopotâmia era uma excelente opção, pois garantia a população:  água para consumo, rios para pescar e via de transporte pelos rios. Outro benefício oferecido pelos rios eram as cheias que  fertilizavam as margens, garantindo um ótimo local para a agricultura.
No geral, eram povos politeístas, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. No que se refere à política, tinham uma forma de organização baseada na centralização de poder, onde apenas uma pessoa ( imperador ou rei ) comandava tudo. A economia destes povos era baseada na agricultura e no comércio nômade de caravanas.

O que era 
O zigurate era uma espécie de templo construído pelos assírios, babilônios e sumérios, povos da Antiga Mesopotâmia.

Esta construção tinha o formato de uma pirâmide, porém com a presença de espécies de degraus. Os zigurates possuíam de 3 a 6 andares. Eram construídos de pedra ou de tijolos cozidos ao Sol. A entrada era feita através do topo do templo, sendo que o acesso ocorria através de uma rampa espiralada, construída nas paredes externas do zigurate.

Sua função religiosa era muito importante, pois os antigos mesopotâmicos acreditavam que os zigurates serviam de morada para os deuses. Através destas construções, acreditavam que os deuses estariam mais perto da sociedade. Logo, somente os sacerdotes poderiam acessar as partes internas do zigurate. 
Curiosidades:
- A "Torre de Babel" era, na verdade, um zigurate vertical de aproximadamente 90 metros de altura. Foi construído durante o reinado do imperador babilônico Nabucodonosor II.
- Os zigurates foram criados pelos sumérios.

Nabucodonosor II: importante rei da Babilônia


Quem foi
Nabucodonosor II foi um importante imperador babilônico que governou entre os anos de 604 a.C. e 562 a.C. Filho do rei Nabopolasar, nasceu em 632 a.C. e morreu em 562 a.C. 

Principais realizações:

- Conquistou o reino de Judá em 587 a.C.
- Construção dos Jardins Suspensos da Babilônia, obra para agradar sua esposa Amitis.


- Construiu um zigurate em formato de pirâmide com aproximadamente 90 metros de altura. Este zigurate ficou conhecido como Torre de Babel.
- Conquistou parte dos territórios da Cicília, Fenícia e Síria.
- Derrotou o exército egípcio do faraó Neco II em 605 a.C.
- Cercou a cidade de Tiro (antiga cidade Fenícia) durante 13 anos.
- Construiu muralhas para proteger a capital da Babilônia.
- Reformou templos religiosos.
- Fez melhorias no sistema de irrigação. 





















EGITO





EGITO – 4000 a 1000 a.C. – imortalidade

Começou a formar-se há mais ou menos quatro mil anos antes de Cristo, nas proximidades do Rio Nilo. O rio, um verdadeiro oásis no deserto, foi essencial para a concentração de uma população mesclada entre mediterrâneos, asiáticos e africanos, que, principalmente a partir de 3300 a.C., tinham na agricultura e no pastoreio suas principais atividades, guiadas pelas cheias do Nilo.

rio Nilo









Após a unificação do norte e sul, por volta de 3000 a.C., o Egito foi se desenvolvendo cada vez mais. A escrita dava seus primeiros passos, bem como as técnicas sobre metais (em especial os mais moles como o ouro e o cobre), a tecelagem e a cerâmica.
KA – espírito imortal do faraó; força vital. Acreditava-se que o faraó era como um deus sobre a terra.
EMBALSAMENTO – receptáculo durável para o espírito. Etapas: extração do cérebro do cadáver pelas narinas, com um gancho de metal. Imerso em salmoura, permanecia lá por 2 meses. Enrugado, era envolto com ataduras e depois levado ao caixão e finalmente ao sarcófago de pedra. O clima seco e a ausência de bactérias na areia e no ar ajudavam a manter o corpo.

Múmia de Nefertiti, esposa do faraó Akhenaton

TUMBAS - temos conhecimento de como era a civilização pelas tumbas, pois depositavam todos os bens terrenos para que usassem na eternidade. Essas enormes construções geométricas de pesadas pedras, simbolizando profunda solidez e força, eram construídas para abrigarem, em seu centro, a múmia do faraó. Possuíam, além da própria câmara funerária (normalmente repleta de tesouros), várias câmaras “decoradas“ com imagens e fórmulas mágicas. Talvez as mais conhecidas tumbas sejam as pirâmides de Quéops, Quefren e Miquerinos, perto de Mênfis (então capital do Império).

pirâmides





























ARTE EGÍPCIA


A principal preocupação da arte egípcia era a de garantir uma vida eterna confortável para seus soberanos (faraós = reis), considerados deuses.
A arte pretendia ser útil: não se falava em peças ou em obras belas, e sim em eficazes ou eficientes. O intercâmbio cultural e a novidade nunca foram considerados como algo importante por si mesmos. Assim, as convenções e o estilo representativo da arte egípcia, estabelecidos desde o primeiro momento, continuaram praticamente imutáveis através dos tempos. Sua intenção fundamental, sem dúvida, não foi a de criar uma imagem real das coisas tal como apareciam, mas sim captar para a eternidade a essência do objeto, da pessoa ou do animal representado.

Isis: perceba a cor ocre que caracteriza a figura feminina.





















PINTURA - As pinturas e os hieróglifos nas paredes das tumbas eram uma forma de registro da vida e atividades diárias do falecido, nos mínimos detalhes. Eram feitos em forma de painéis e divididos por linhas com hieróglifos. O tamanho da figura indica sua posição: faraós representados como gigantes, e servos quase como pigmeus. O homem era pintado em vermelho, a mulher em ocre.


Algumas pinturas referiam-se à vida egípcia, como caçadas, pescas e o cultivo da terra, além de mostrar os animais característicos da região, revelando grande poder de observação. Um dado interessante nas pinturas era a extrema importância dada ao colorido.



HIEROGLIFO – símbolos, como uma língua egípcia que, ao invés de letras, são desenhos – “(escrita mais refinada egípcia utilizada nos monumentos, com sinais da flora e fauna do país).”



Outras características importantes das representações humanas egípcias também já aparecem nessa época, seguindo a Lei da Frontalidade:


- Cabeças e pés vistos de perfil;
- Olhos mostrados frontalmente;
- Metade superior dos ombros e tronco de frente;
- Braços e pernas apresentados por inteiro, de perfil.


A respeito dessas representações contorcidas, elas eram realizadas, por exemplo, a partir dos ângulos que melhor representassem determinada parte do corpo. Assim, a cabeça, braços e pernas são mais facilmente vistos de lado, os pés, melhor vistos de dentro (preferiam o contorno partindo do dedão, o que muitas vezes dava a impressão de dois pés esquerdos). Os olhos, por sua vez, de frente são mais expressivos, bem como a metade superior do tronco, mais nítidas se observadas de frente.


ESCULTURAS /ESTÁTUAS – eram consideradas a morada alternativa do ka, em caso do corpo mumificado se deteriorar e não poder hospedá-lo. Feitas para durar eternamente, o material usado era granito ou diorito. Sentadas ou em pé, com poucas partes protuberantes, suas poses eram quase sempre frontais e braços perto do dorso.


A pedra calcária e a madeira eram os principais materiais com que as esculturas dessa época eram realizadas. Esculturas em relevo também eram muito comuns. A escultura em relevo servia a dois propósitos fundamentais: glorificar o faraó (feita nos muros dos templos) e preparar o espírito em seu caminho até a eternidade (feita nas tumbas).


A esfinge, com corpo de leão, cabeça e busto de mulher, com 19,8 metros de altura, também dessa época, já demonstra o gosto egípcio por esculturas em larga escala.







Akenaton – faraó reformador radical e artista que proporcionou um afrouxamento temporário das convenções artísticas,fez uma representação naturalística de sua esposa, Nefertiti.


Tutankamon, ao morrer aos 19 anos, deixou o maior legado egípcio: sua tumba foi a mais intacta já achada pelos arqueólogos; dentro havia carruagens, camas dobráveis e objetos, tudo feito de ouro. Sua máscara escondia mais 3 camadas de madeira, e depois, a própria múmia.




GRÉCIA

ARTE GREGA


Enquanto a arte egípcia é uma arte ligada ao espírito, a arte grega liga-se à inteligência, pois os seus reis não eram deuses, mas seres inteligentes e justos que se dedicavam ao bem-estar do povo. A arte grega volta-se para o gozo da vida presente. Contemplando a natureza, o artista se empolga pela vida e tenta, através da arte, exprimir suas manifestações. Na sua constante busca da perfeição, o artista grego cria uma arte de elaboração intelectual em que predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal. Eles tem como características: o racionalismo; amor pela beleza; interesse pelo homem, essa pequena criatura que é “a medida de todas as coisas”; e a democracia.
 

ARQUITETURA
As edificações que despertaram maior interesse são os templos. A característica mais evidente dos templos gregos é a simetria entre o pórtico de entrada e o dos fundos. O templo era construído sobre uma base de três degraus. O degrau mais elevado chamava-se estilóbata e sobre ele eram erguidas as colunas. As colunas sustentavam um entablamento horizontal formado por três partes: a arquitrave, o friso e a cornija. As colunas e entablamento eram construídos segundo os modelos da ordem dórica, jônica e coríntia.
- Ordem Dórica - era simples e maciça. O fuste da coluna era monolítico e grosso. O capitel era uma almofada de pedra. Nascida do sentir do povo grego, nela se expressa o pensamento. Sendo a mais antiga das ordens arquitetônicas gregas, a ordem dórica, por sua simplicidade e severidade, empresta uma idéia de solidez e imponência
- Ordem Jônica - representava a graça e o feminino. A coluna apresentava fuste mais delgado e não se firmava diretamente sobre o estilóbata, mas sobre uma base decorada. O capitel era formado por duas espirais unidas por duas curvas. A ordem dórica traduz a forma do homem e a ordem jônica traduz a forma da mulher.
- Ordem Coríntia - o capitel era formado com folhas de acanto e quatro espirais simétricas, muito usado no lugar do capitel jônico, de um modo a variar e enriquecer aquela ordem. Sugere luxo e ostentação.
Os principais monumentos da arquitetura grega:
 a) Templos, dos quais o mais importante é o Partenon de Atenas. Na Acrópole, também, se encontram as Cariátides homenageavam as mulheres de Cária.
 b) Teatros, que eram construídos em lugares abertos (encosta) e que compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores. Um exemplo típico é o Teatro de Epidauro, construído, no séc. IV a.C., ao ar livre, composto por 55 degraus divididos em duas ordens e calculados de acordo com uma inclinação perfeita. Chegava a acomodar cerca de 14.000 espectadores e tornou-se famoso por sua acústica perfeita.
 c) Ginásios, edifícios destinados à cultura física.
 d) Praça - Ágora onde os gregos se reuniam para discutir os mais variados assuntos, entre eles; filosofia.
 

PINTURA
A pintura grega encontra-se na arte cerâmica. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação. Além de servir para rituais religiosos, esses vasos eram usados para armazenar, entre outras coisas, água, vinho, azeite e mantimentos. Por isso, a sua forma correspondia à função para que eram destinados: 
- Ânfora - vasilha em forma de coração, com o gargalo largo ornado com duas asas;
- Hidra - (derivado de ydor, água) tinha três asas, uma vertical para segurar enquanto corria a água e duas para levantar;
- Cratera - tinha a boca muito larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho (os gregos nunca bebiam vinho puro), etc.

As pinturas dos vasos representavam pessoas em suas atividades diárias e cenas da mitologia grega. O maior pintor de figuras negras foi Exéquias.
A pintura grega se divide em três grupos:
 1) figuras negras sobre o fundo vermelho
 2) figuras vermelhas sobre o fundo negro
 3) figuras vermelhas sobre o fundo branco
 

ESCULTURA
A estatuária grega representa os mais altos padrões já atingidos pelo homem. Na escultura, o antropomorfismo - esculturas de formas humanas - foi insuperável. As estátuas adquiriram, além do equilíbrio e perfeição das formas, o movimento.
No Período Arcaico os gregos começaram a esculpir, em mármores, grandes figuras de homens. Primeiramente aparecem esculturas simétricas, em rigorosa posição frontal, com o peso do corpo igualmente distribuído sobre as duas pernas. Esse tipo de estátua é chamado Kouros (palavra grega: homem jovem).
No Período Clássico passou-se a procurar movimento nas estátuas, para isto, se começou a usar o bronze que era mais resistente do que o mármore, podendo fixar o movimento sem se quebrar. Surge o nu feminino, pois no período arcaico, as figuras de mulher eram esculpidas sempre vestidas. 
Período Helenístico podemos observar o crescente naturalismo: os seres humanos não eram representados apenas de acordo com a idade e a personalidade, mas também segundo as emoções e o estado de espírito de um momento. O grande desafio e a grande conquista da escultura do período helenístico foi a representação não de uma figura apenas, mas de grupos de figuras que mantivessem a sugestão de mobilidade e fossem bonitos de todos os ângulos que pudessem ser observados.
Os principais mestres da escultura clássica grega são:
- Praxíteles, celebrado pela graça das suas esculturas, pela lânguida pose em “S” (Hermes com Dionísio menino), foi o primeiro artista que esculpiu o nu feminino.
- Policleto, autor de Doríforo - condutor da lança, criou  padrões de beleza e equilíbrio através do tamanho das estátuas que deveriam ter sete vezes e meia o tamanho da cabeça.
- Fídias, talvez o mais famoso de todos, autor de Zeus Olímpico, sua obra-prima, e Atenéia. Realizou toda a decoração em baixos-relevos do templo Partenon: as esculturas dos frontões, métopas e frisos.
- Lisipo, representava os homens “tal como se vêem” e “não como são” (verdadeiros retratos). Foi Lisipo que introduziu a proporção ideal do corpo humano com a medida de oito vezes a cabeças.
- Miron, autor do Discóbolo - homem arremessando o disco.
Para seu conhecimento:
Mitologia: Zeus: senhor dos céus; Atenéia: deusa da guerra; Afrodite: deusa do amor; Apolo: deus das artes e da beleza; 
Posseidon: deus das águas; entre outros.
Olimpíadas: Realizavam-se em Olímpia, cada 4 anos, em honra a Zeus. Os primeiros jogos começaram em 776 a.C. As festas olímpicas serviam de base para marcar o tempo.
Teatro: Foi criada a comédia e a tragédia. Entre as mais famosas: Édipo Rei de Sófocles.
Música: Significa a arte das musas, entre os gregos a lira era o instrumento nacional.

Fonte: www.historiadaarte.com.br

ARTE ROMANA


ARTE CRISTÃ PRIMITIVA


ARTE BIZANTINA


ARTE ROMANTICA


ARTE GÓTICA


RENASCIMENTO


MANEIRISMO


BARROCO


ROCOCÓ


NEOCLASSICISMO
ROMANTISMO

O século XIX foi agitado por fortes mudanças sociais, políticas e culturais causadas por acontecimentos do final do século XVIII que foram a Revolução Industrial que gerou novos inventos com o objetivo de solucionar os problemas técnicos decorrentes do aumento de produção, provocando a divisão do trabalho e o início da especialização da mão-de-obra, e pela Revolução Francesa que lutava por uma sociedade mais harmônica, em que os direitos individuais fossem respeitados, traduziu-se essa expectativa na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Do mesmo modo, a atividade artística tornou-se complexa.
Os artistas românticos procuraram se libertar das convenções acadêmicas em favor da livre expressão da personalidade do artista.
Características gerais:
 * a valorização dos sentimentos e da imaginação; 
 * o nacionalismo; 
 * a valorização da natureza como princípios da criação artística; e 
 * os sentimentos do presente tais como: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
 

ARQUITETURA E ESCULTURA
A escultura e a arquitetura registram pouca novidade. Observa-se, grosso modo, a permanência do estilo anterior, o neoclássico. Vez por outra retomou-se o estilo gótico da época medieval, gerando o neogótico.
Obra Destacada: Edifício do Parlamento Inglês  




A JANGADA DE MEDUSA - GERICAULT
PINTURA

Características da pintura:
 * Aproximação das formas barrocas;
 * Composição em diagonal sugerindo instabilidade e dinamismo ao observador;
 * Valorização das cores e do claro-escuro; e
 * Dramaticidade
 
Temas da pintura:
 * Fatos reais da história nacional e contemporânea da vida dos artistas;
 * Natureza revelando um dinamismo equivalente as emoções humanas; e
 * Mitologia Grega


REALISMO


IMPRESSIONISMO


PÓS-IMPRESSIONISMO


PONTILHISMO


EXPRESSIONISMO


ESCOLA DE PARIS


CUBISMO


ABSTRACIONISMO


FUTURISMO


SUPREMATISMO


DADAÍSMO


ACTION PAINT


SURREALISMO


MATERISMO


HARD EDGE


MINIMALISMO


POP ART


OP ART


ARTE CONCEITUAL


INSTALAÇÃO ARTISTICA


INTERVENÇÃO ARTISTICA


ARTE DIGITAL

MASC - MUSEU DE ARTE DE SANTA CATARINA 1° E 2° ANOS DO ENSINO MÉDIO

NATUREZA E EU

FESTA JUNINA

FESTA JUNINA


PROJETO FESTA JUNINA

Justificativa: Mês de junho é mês de acender fogueira, dançar quadrilha, comer pipoca, pinhão e comemorar o dia de Santo Antonio, São João e São Pedro. Neste mês é comum acontecer apresentações como: quadrilhas, casamento caipira, dança do pau de fitas entre outras.

Objetivo Geral: Incentivar nos alunos o gosto pelas festas juninas, oferecendo-lhes oportunidade de descontração, socialização e ampliação de seu conhecimento através de atividades diversificadas, brincadeiras, pesquisa e apresentações características à festa junina.

Objetivos:
•Conhecer as características das festas juninas;

•Valorizar e demonstrar atitudes de respeito ao trabalho e ao homem do campo;

•Promover interesse e participação nas apresentações;

•Compreender a história da festa junina, bem como seu valor dentro do folclore brasileiro, destacando seus aspectos sociais e religiosos;

•Perceber a importância do trabalho em equipe e a união do mesmo;


ATIVIDADES:

- Leitura e debate de textos sobre origem da festa.

- Interpretação de casamento caipira com alunos da 1ª série


- Dança da quadrilha com alunos da 5ª série















- dança do pau de fitas com alunos da 6ª série 1













- Dança da quadrilha REMIX com alunos do 1º ano do E.M.

- Casamento caipira com os alunos do terceirão

- Teatro caipira com alunos do terceirão